Diario Resistência Nesta segunda-feira (29) a legítima presidenta Dilma Rousseff compareceu ao Senado Federal, na parte final do julgamento do impeachment, liturgia que faz parte do golpe parlamentar-judiciário em andamento. Dilma fez da tribuna uma denúncia demolidora sobre o golpe político e inclusive deu nome aos bois: mídia e capital financeiros articulados para urdir um atentado contra a democracia. Dilma argumentou de forma serena e competente sobre a acusação que dá sustentação ao impeachment, desmascarando-a, e conclamou à resistência: “Na luta contra a ditadura, recebi no meu corpo as marcas da tortura. Amarguei por anos a prisão. Vi companheiros sendo violentados e sendo assassinados. Na época, eu era jovem, tinha muito a esperar da vida, e tinha medo da morte e das sequelas da tortura na minha alma e no corpo. Mas não cedi. Resisti. Não mudei de lado. Apesar de receber o peso da injustiça nos meus ombros, continuei lutando pela democracia (…) se alguns rasgam o seu passado e se rendem às benesses do presente, que respondam à sua consciência. A mim, resta lamentar pelo que se tornaram. E resistir. Finquemos o pé no lado certo da história, mesmo que o chão trema e ameace, de novo, nos engolir.” Abaixo, a íntegra do corajoso pronunciamento bem como o vídeo do discurso.
Imagem de Dilma, diante do tribunal militar da Ditadura, reproduce-se coma caricatura no juizo para destitui-la da presidéncia, urdido pela reaçao
Presidente da Bolívia, Evo Morales, denunciou sexta-feira (26) que o assassinato do vice-ministro do Interior, Rodolfo Illanes, pelas mãos de cooperativistas mineiros, constitui uma conspiração política contra o governo da nação. Os assassinos sequestraram, torturaram e mataram Illanes na quinta-feira (25) na localidade de Panduro, a 186 quilômetros de La Paz, quando o vice-ministro os procuraba estabelecer um diálogo. “Estamos diante de um complô permanente”, alertou Morales em rolda de imprensa oferecida no Palácio do Governo. O mandatário denunciou aos donos de cooperativas e defendeu Governo Boliviano e Constituição do país que proíbe a exploração das minas ao capital privado, enquanto os donos de cooperativas defendem que este ponto seja revogado e que possam negociar suas concessões inclusive com as transnacionais. Outro fator de discórdia é uma lei proposta pelo governo que permitirá que os trabalhadores das cooperativas criem sindicatos.
“Estamos diante de um complô permanente”, alertou Morales em rolda de imprensa oferecida no Palácio do Governo.
O presidente de Costa Rica, Luis Guillermo Solís, dixo en Washington que era preciso cambiar a Lei de Axuste Cubano, a norma norteamericana que privilegia e fomenta a inmigración cubana cara aos EUA. “No entanto os Estados Unidos premien a emigración cubana, haberá persoas que busquen ese acceso privilexiado. dixo Solís durante unha intervención na institución de análise política Wilson Center.
O fomento diferencial do exílio cubano por parte dos EUA, induce situacións de abuso e desamparo no camiño da fronteira.
Genebra.— Cuba advoga, na sede das Nações Unidas em Genebra, por alcançar um mundo livre de armas nucleares, para o qual é necessário o início de negociações multilaterais sobre a proibição e eliminação total dessas armas. Assim foi ratificado pelo chefe dos Assuntos Políticos, da direção dos Assuntos Multilaterais da chancelaria cubana, Rodolfo Benítez, durante uma sessão do Grupo de Trabalho de composição aberta da Assembleia Geral da ONU sobre desarme nuclear, no que destacou o firme compromisso da nação caribenha com a liquidação do arsenal nuclear e os perigos que isso representa, um dos principais desafios para a sobrevivência da espécie humana.
O hemisfério norte concentra o grosso do arsenal nuclear do planeta.
A prensa galega recorda a Fidel coma o xefe de Estado que realiza a independéncia de Cuba e polo seu protagonismo en avances de grande trascendéncia na política internacional. Os medios salientan no 90 aniversário do Lider da Revolución, a súa condición de fillo de emigrante de Lugo e recordan o éxito da súa visita a Galiza en 1992. “Dende calquer ángulo que contemplemos a personalidade de Fidel Castro, non hai dúbida de estarmos diante dun protagonista principal da política contemporánea, convencido, asemade, de o xuicio da historia virar ao seu favor”, indica José Manuel Ponte, columnista de Faro de Vigo e La Opinión, quen o cualifica de “heroe romántico que nos descobrera o xornalista Herbert Mattews nas páxinas do New York Times, cando comandaba a guerrilla na Serra Maestra, e lider anti-imperialista mundial que levou a revolución ao resto de Latinoamérica e África”.
No 90 aniversário de Fidel, a prensa recorda o éxito da súa visita a Galiza no 92.