Em carta dirigida a Obama dende diario Granma de 28.03, Fidel Castro recorda auséncias em discurso pronunciado pelo primeiro presidente negro dos EUA na Habana: “Não disse que a discriminação racial foi varrida pela Revolução; que a aposentadoria e o salário de todos os cubanos foram decretados pela Revolução antes de o senhor Obama completar dez anos; que o odioso costume burguês de contratar esbirros para expulsar cidadãos negros de centros de lazer foi varrido pela Revolução Cubana”. O Líder da Revolução consagra um extenso parágrafo a batalha travada por Cuba em Angola contra o apartheid, resultante no fim “da presença de armas nucleares em um continente de mais de um bilhão de habitantes. Esse não era o objetivo de nossa solidariedade mas sim o de ajudar aos povos de Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e outros da dominação colonial fascista de Portugal”. Citando o ofereçemento de paz e ajuda de Obama, Fidel replica: “Não precisamos que o império nos entregue nada de presente. Nosos esforços serão legais e pacíficos, porque é nosso compromisso com a paz e a fraternidade de todos os seres humanos que vivemos neste planeta, Somos capazes de produzir os alimentos e as riquezas espirituais de que precisamos, com o esforço e a inteligência de nosso povo”. (A seguir, texto completo da carta de Fidel, titulada “Ao Irmão Obama”)
“Enquanto o Tio Sam está contra você, você é um bom homem”, foi um comentário de Malcolm X a Fidel Castro em 19 de setembro de 1960, quando eles se reuniram no Hotel Theresa no Harlem, por única e histórica ocasião. Malcolm foi asasinado 21 de fevereiro de 1965 em Washington Heights, aos 39 anos.
Abraido e furioso pola liberación cubana en 1959, Estados Unidos emprendeu outra guerra contra Cuba na que aplicou todos seus recursos. Endebén, a Revolución asinou con sangue o seu socialismo cubano e venceu en Girón; con heroísmo incomprensibel para eles o povo fíxose Maceo na Crise de Octubro. Estados Unidos iniciou daquela unha forma de guerra sistemática, ilegal e inmoral contra Cuba, que continúa deica hoxe.
“Depois de Girón, EUA comezou unha forma de guerra sistemática, ilegal e inmoral contra Cuba, que continúa deica hoxe”, escrebe Martínez Heredia.
Terra Sen Amos – ACN 19/03/16 A Orde de Martí, a máis alta distinción da República de Cuba, foi entregada sexta feira 18 ao presidente da República Bolivariana de Venezuela, Nicolás Maduro. Cuba, representada polo presidente Raúl Castro e o pleno da equipa de governo, rendeu unha homenaxe á Revolución Venezuelana mentres as comisións de ambos paises asinaron o Plano Anual de Colaboración dirixido a afortalar o intercambio comercial e económico e áreas de interese común. Cuba ratifica ao seu máis alto nivel o compromiso con Venezuela horas antes de o avión presidencial norteamericano pousar na Habana.
Maduro, acompañado do vicepresidente cubano Diaz Canel, saúda ao público congregado na Praza da Revolución na Habana.
Granma – 18/03/16 Véspera da visita a Cuba do presidente dos Estados Unidos, o ministro de Estado (Chanceler) Bruno Rodriguez Parrilla reconhece em rolda de prensa a posição de Obama contra o bloqueio e os chamamentos reiterados que fez ao Congresso, porem assinalou que medidas de normalização anunciadas pela Casa Branca desde 17 de decembro de 2014, representaran pouca diferenza no feito real da interferêmcia económica e política e não resultaram a causa do carácter integral e opresivo das leis norteamericanas aplicadas ilegalmente a Cuba. Goberno de Cuba estuda alcance e efeitos práticos das últimas medidas.
“Ninguém pode pretender de Cuba tenha a renúncia de um só de seus princípios, nem a sua política externa comprometida com as causas justas do mundo e a defesa da autodeterminação dos povos” recordou Bruno Rodríguez Parrilla.
Cuba ratifica sua vontade de avançar nas relações com os Estados Unidos da América, na base da observância dos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e dos princípios da Proclama da América Latina e do Caribe como Zona de Paz. Nun editorial publicado no diario Granma, o governo de Cuba recorda a heróica resistência do povo, a sua lealtade aos princípios e a defesa da independência e a soberania nacionais, em primeiríssimo lugar. Tais valores, não negociados em mais de 50 anos, conduziram ao atual governo dos Estados Unidos da América a admitir os danos severos que o bloqueio tem causado ao povo de Cuba e o reconhecimento do fracasso da política de aberta hostilidade para com a Revolução. Nem a força, nem a coerção econômica, nem o isolamento conseguíram impor a Cuba uma condição contrária a suas aspirações forjadas em quase século e meio de heróicas lutas.
Cuba ratifica sua vontade de avançar nas relações com os Estados Unidos da América, na base da observância dos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e dos princípios da Proclama de América Latina e o Caribe como Zona de Paz, proclama Governo na véspera da viagem de Obama.